Quarto Centenário/PR – No dia 21 de março de 2026, às margens do Rio Piquiri, na cidade de Quarto Centenário, no Paraná, realizou-se a 10ª Soltura de Peixes. O projeto, desenvolvido pela ARLS Fraternidade Águas Claras, nº 3673, do Oriente de Goioerê/PR, consolidou-se como uma tradição regional e ganhou destaque especial ao integrar as comemorações do Dia Mundial da Água. Estiveram presentes os alunos do 5º ano das Escolas Germana Afonso Moleiro e Presidente Castelo Branco.
A iniciativa ambiental visa proteger e repovoar o Rio Piquiri, promovendo a sustentabilidade e a conservação dos recursos hídricos. Além do cunho ambiental, o projeto também tem caráter educacional, conscientizando e ensinando a importância e a necessidade desse tipo de ação. “O Rio Piquiri é um patrimônio de todos nós, e fortalecê-lo é garantir que a vida continue a pulsar em suas águas”, afirmou o Venerável Mestre Jorge Fernando Bergo.
Ao longo dos anos, o impacto do projeto é evidente. Iniciado em 2014, com a soltura de 30 mil peixes, ele evoluiu para números expressivos. Nesta 10ª edição, foram soltos 100 mil peixes, graças à união da sociedade civil e empresarial. Somadas às edições anteriores, a marca total ultrapassa 670 mil peixes, reforçando o compromisso coletivo com o meio ambiente.
O evento destaca a importância da preservação dos rios para as gerações futuras e inspira ações semelhantes na região.
Impacto Educacional da Soltura de Peixes
A soltura de peixes, como na 10ª edição do evento no Rio Piquiri, tem um forte impacto educacional, especialmente com a presença de alunos do 5º ano das Escolas Germana Afonso Moleiro e Presidente Castelo Branco. Essa ação une teoria e prática, promovendo aprendizado ativo sobre o meio ambiente.
1. Conscientização ambiental: As crianças aprendem sobre a importância da preservação dos rios, da sustentabilidade e da conservação dos recursos hídricos. Ver os peixes sendo soltos reforça conceitos como poluição, repovoamento e equilíbrio ecológico, tornando concreto aquilo que antes era abstrato.
2. Experiência prática: Participar diretamente da soltura cria memórias afetivas e uma compreensão sensorial. Os alunos observam o ciclo da vida aquática, entendendo como as ações humanas afetam os ecossistemas, o que estudos mostram ser mais eficaz do que aulas tradicionais.
3. Valores cívicos e coletivos: O evento incentiva a união comunitária, a responsabilidade social e o trabalho em equipe. A integração com o Dia Mundial da Água amplia o escopo, conectando água, peixes e vida cotidiana.
4. Benefícios de longo prazo: A ação contribui para a formação de hábitos sustentáveis desde cedo, reduzindo futuros impactos ambientais. Pesquisas indicam que experiências como essa aumentam o engajamento em causas ecológicas na vida adulta.


